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Você ainda pensa que cerveja é assunto exclusivo do universo masculino? Se a sua resposta para essa pergunta foi sim, saiba que, mais do que nunca, cerveja é coisa de mulher, sim! 

Ainda que para muita gente seja quase automático associar a cerveja ao público masculino, hoje vamos abordar o quanto a história dessa bebida tão tradicional está totalmente ligada às mulheres e, principalmente, como essa relação tem crescido nos últimos anos. 

Afinal, quem descobriu a cerveja?

Você sabia que a cerveja que você ama degustar naquele happy hour com os amigos ou em casa com a  família reunida, foi descoberta por uma mulher? É isso mesmo! Apesar de existirem histórias variadas sobre o surgimento da cerveja, acredita-se que, há cerca de 11 mil anos, as mulheres eram as responsáveis pelos alimentos, entre eles os grãos, que eram mantidos dentro de jarros, tomando chuva e sol. A fermentação então aconteceu e foi assim, meio sem querer, que a cerveja teria sido descoberta.

Mulheres e cerveja: uma relação de séculos 

Quem foi que disse que cerveja não é bebida de mulher? Ainda falando um pouco de história, para muitas civilizações, a cerveja era considerada um símbolo feminino e fértil. Por volta de 1800 a.C., foi escrita a primeira receita de uma cerveja, feita para homenagear uma mulher, a deusa conhecida como Ninkasi pelos sumérios. A fórmula já se mostrava inovadora, com tâmara, grãos variados, ervas, mel e especiarias.

REPRESENTAÇÃO DE NINKASI, A DEUSA SUMÉRIA CONSIDERADA A CERVEJEIRA DOS DEUSES. SEU NOME SIGNIFICA “A SENHORA QUE ENCHE A BOCA”.

O próprio lúpulo, um dos ingredientes mais importantes da indústria cervejeira, teve suas propriedades descritas pela primeira vez anos mais tarde, no século XII, por uma mulher, a monja e teóloga alemã Hildegard Von Bingen ou Santa Hildegarda. 

Uma curiosidade: em escavações feitas próximas à Grande Pirâmide, no Egito, foram encontradas pistas de que existiam padarias e cervejarias utilizadas para alimentar os trabalhadores locais. Temos um artigo incrível no blog da Kremer falando sobre a cerveja na cultura egípcia, clique aqui para ler! 

O ouro líquido é a bebida preferida do público feminino

Um estudo realizado pela Nielsen, empresa global de informação, dados e medição, sobre as tendências de consumo para as brasileiras, mostrou que 16,7% da população feminina gasta 82% acima da média das mulheres com produtos de teor alcoólico e com uma frequência 60% maior. A cerveja é o item de maior aceitação, e a categoria premium representa uma grande oportunidade para esse público, uma vez que as mulheres associam luxo, ocasião especial e modernidade a essa categoria.

Mulheres impulsionam cada vez mais a cultura cervejeira

Eventos no ramo cervejeiro têm ganhado cada vez mais a presença das mulheres, responsáveis por temas como marketing e empreendedorismo no setor, até a produção de cervejas artesanais, quebrando paradigmas e expandindo ainda mais esse mercado tão promissor. 

E por falar em expansão, nas redes sociais não faltam mulheres cervejeiras dividindo com seus seguidores dicas de degustação e suas percepções gustativas. Essas influenciadoras exercem um papel importante: fortalecem a cultura cervejeira por meio de um olhar sensível e apurado e  mostram de uma vez por todas que cerveja não tem gênero!

Já conhece as nossas Cervejas Especiais?

A linha de Cervejas Especiais Kremer chegou para transformar simples apreciadores em verdadeiros especialistas. São sete opções, com copos exclusivos, criadas para fazer das comemorações casuais em banquetes reais.

Produzidas com matérias-primas altamente selecionadas, como o malte e o lúpulo provenientes dos berços germânicos, além da água da montanha, a Kremer Cervejaria alia o zelo da produção artesanal às modernas tecnologias para garantir a excelência em todos os produtos.

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Até a próxima!